Debatemos a disciminação racial de forma bem discontraída e cheia de humor, este vídeo está recheado de relatos reais e encenações de como a discrminação ocorre no nosso cotidiano.
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terça-feira, 28 de julho de 2015
quarta-feira, 15 de julho de 2015
Consumismo e a necessidade de se preencher o vazio interior
Seria o consumismo uma necessidade de preencher um vazio?
Vendo-se a atual situação de nossa sociedade em nível global, eu me pergunto a que ponto de fragilidade emotiva nos achamos. A cada década que se passa a população está cada vez mais presa a uma necessidade de obter e mostrar o que há é novo. Realmente é necessário ter o novo iPhone?
Ter aquele carro que vive nas chamadas da TV? Ou pior, é necessário secar para se encaixar no padrão de beleza atual?
Quanto mais trabalhamos, menos temos tempo para os nossos filhos, nossa esposa, família e amigos, penso que a falta de socialização vem cada vez mais nos levando a suprir nossas necessidades sociais e afetivas com os produtos que nos são ofertados, os quais nas propagandas se mostram a solução da nossa carência, com eles podemos atrair mulheres bonitas, ganhar status e adquirir hábitos sofisticados, mas não seria isso apenas uma utopia que nos é jogada através da mídia?
Quando vemos em nossas TVs os famosos usando tais produtos e demonstrando felicidade a utilizá-los, isso desperta em nós a vontade de ser igual aquele famoso e logo associamos o status dele com o produto vendido. Segundo Jurandir Freire Costa, na dimensão da moral de consumo, é necessário que o indivíduo se sinta parecido com as celebridades, seja nos gestos, nas atitudes e no próprio corpo (2004, p.166). Todavia essas celebridades também são usadas pela moda, pois quando seu poder de influência sobre a venda de determinado produto reclinar, logo sejam descartadas e novas celebridades com um novo carisma serão postas em seu lugar. Novamente segundo Jurandir Freire Costa, a celebridade é a autoridade do provisório, pois representa a referência que a coletividade social deve seguir para se basear na canalização dos seus ímpetos consumistas (2004, p.169).
Esse consumismo está ficando ainda pior porque estamos passando essa compulsividade para as próximas gerações, hoje as crianças já estão desde cedo com o mesmo espírito do consumo desenfreado dos adultos, da mesma forma que as celebridades são usadas para vender aos adultos, os heróis da TV, dos quadrinhos, personagens de novelas infantis entre outros também são usados para vender. Os pais por sua vez não conseguem controlar os filhos e simplesmente cedem a vontade das crianças, causando assim um sentimento cada vez maior de facilidade para conseguir o que se quer dos pais com uma simples birra ou coisa do tipo.
Todas esses artifícios do gráfico acima mostram como a marketing através da mídia consegue seduzir as crianças para esse mundo de gastos desenfreados. Todavia a maior parcela de culpa são dos pais que não controlam seus filhos e nem conseguem impor um limite aos seus desejos, dessa forma as crianças estão tendo uma "amadurecimento" precoce levando elas a quererem ser como os adultos e consumir como os adultos, sendo que deveriam apenas está aproveitando suas infâncias.
Terminando essa pequena reflexão gostaria de parafrasear o comentário de Zygmunt Bauman, podemos dizer que, se outrora o questionamento acercadas condições da existência do ser humano consistia em saber se ele trabalhava para viver ou se vivia para trabalhar, nos tempos atuais podemos cogitar se o homem consome para viver ou se vive para consumir (1999, p. 88-89).
Joseb Roque.
terça-feira, 23 de abril de 2013
O terrorismo está nos olhos de quem vê a mídia.
Detonar as 2 bombas que mataram 3 pessoas na maratona de Boston chama-se "terrorismo".
Matar 175 crianças no Paquistão com um drone strike chama-se "política americana".
quinta-feira, 7 de março de 2013
Jornalista "mofi" envergonha mais do que melhora o jornalismo da Paraiba
Vendo as declarações recentes do jornalista Emerson Machado sobre a morte de Chorão vi que na realidade eista poucos profissionais de jornalismo competentes na Paraiba, pois já estou cheio de ver circo na Tv com nome de jornalismo e este individuo só contribui para piorar não só nosso jornalismo como também a imagem do nosso estado fico muito triste, como uma pessoa que diz ter vergonha de morar no Brasil porque o povo chora por um drogado morto teve cargo comissionado na prefeitura de Santa Rita?
Devemos medir nossas palavras especialmente quando temos "o rabo preso".
Por que usar o Twitter para fazer declarações desse tipo se não fala da corrupção, drogas e outras futilidades que estão tão presentes na sociedade atual.
Tem mais o que se falar?
Abaixo o link sobre esse artigo:
http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20120326101041
Devemos medir nossas palavras especialmente quando temos "o rabo preso".
Por que usar o Twitter para fazer declarações desse tipo se não fala da corrupção, drogas e outras futilidades que estão tão presentes na sociedade atual.
Tem mais o que se falar?
Abaixo o link sobre esse artigo:
http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20120326101041
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Greve dos professores das UFs, necessária ou capricho para se ganhar mais?
Milhares
de alunos foram diretamente afetados pela greve dos professores das Ufs, eles
reclamam por melhores condições de trabalho, uma melhor remuneração, uma
aposentadoria melhor entre outras coisas. Vejam logo abaixo um texto tirado do
site http://www.adufpb.org.br
A situação atual é produto desta
opção. Por isso se explica o abandono de uma política, não de valorização dos
salários, mas mesmo de sua recomposição. Se considerarmos os salários nominais
entre 1998 e 2011 de categorias do serviço público federal que exigem a mesma
formação e que se compõe de atividades similares, como por exemplo os
profissionais de Ciência e Tecnologia e os pesquisadores do IPEA, temos que em
1998 os professores universitários recebiam R$ 3.388,31, os pesquisadores do
IPEA R$ 3.128,20 e do MCT recebiam R$ 2.6632,36. Em 2011 a situação se inverte
de forma que os pesquisadores do IPEA ganham R$ 12.960,77, em segundo lugar os
profissionais do MCT com R$ 10.350,68, e os professores passaram para a última
posição com R$ 7.333,67, sendo a pior remuneração entre os funcionários
públicos com este nível de formação exigido.
Isso considerando a categoria
como um todo, pois as divisões as quais nos referíamos no interior da carreira
existente e que permanecem na proposta do governo, fazem com que os aumentos
oferecidos concentrem-se no alto da pirâmide e se diluam nas categorias
intermediárias e na base. O secretário de relações do trabalho do MPOG, Sérgio
Mendonça, por exemplo, alega que considerada no conjunto os professores tiveram
reposta a inflação do período relativo aos governo Lula e Dilma (cerca de 57,1
%). No entanto, considerando as diferenças, os extratos superiores da carreira,
como professores titulares e assistentes 3 e 4, tiveram em media seus salários
ajustados entorno de 15% acima da inflação, enquanto os adjuntos, faixa na qual
se encontra a maior parte dos professores inclusive os aposentados, amargam uma
defasagem que chega à 40% abaixo da inflação do período.
Matéria completa: http://www.adufpb.org.br/a-greve-nacional-dos-professores-das-universidades-federais/
Agora vamos refletir um pouco, ganham mais de R$
7.000,00 por mês o que para eles é um salário baixo e injusto. Temos uma classe
de trabalhadores que recebe muito menos e trabalha muito mais que nossos ilustres
professores e recebem bem menos e não tem esse privilégio de entrarem em greve
para reivindicar melhores salários e melhores condições de trabalho, eles são
conhecidos por muitos como boias-frias ou simplesmente cortadores de cana,
vejam abaixo um texto que fala sobre o trabalho dos cortadores.
Matéria completa: http://spmigrantes.wordpress.com/2012/04/23/remuneracao-e-esforco-dos-cortadores-de-cana-sao-discutidos-em-evento-na-escola-judicial/
Nossos professores reclamam de salários baixos enquanto eles
têm a oportunidade de serem produtivos até suas aposentadorias enquanto os
cortadores de cana tem vida útil de trabalho igual de um escravo 12 anos.
Agora lhes pergunto:
Quem ganha pouco?
Quem tem piores condições de trabalho?
Quem deveria ter motivos para entrar em greve?
Quem tem contratos de trabalho desfavoráveis?
Devemos parar de sermos egoístas e pensarmos mais um
pouco em quem realmente passa por maus bocados para sustentar uma família.
Senhores professores enquanto vocês ganham salários
muito maiores que a maioria da população do nosso país e ainda desejam mais,
tem pessoas que sustentam famílias inteiras muitas vezes com mais de Quatro (4)
pessoas com apenas um salário mínimo, que tal pensar como um ser racional e
sensato como vocês nos ensinam?
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